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04 set.2017

Intercambialidade de biossimilar divide opiniões de médicos

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O debate sobre a intercambialidade entre os medicamentos biológicos para biossimilares no Senado apontou diferentes posicionamentos entre os médicos, uma vez que a ANVISA deixou esta decisão para o Ministério da Saúde.

Varley Dias Sousa, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da ANVISA, disse que não há dados de avaliações de pacientes que trocaram os medicamentos e que é importante que haja um sistema de farmacovigilância que envolva médicos, pacientes, agência e as próprias empresas para notificação e identificação do perfil farmacológico e farmacocinético desses produtos.

Valdair Ferreira Pinto, representante da Associação Médica Brasileira (AMB), discorda da ANVISA e entende que deixar a decisão para o Ministério da Saúde limita as opções nas listas das instituições de saúde por questões econômicas. Sendo assim, afirma que a regulamentação da intercambialidade deve ser clara e viável para todos os pacientes independente de seu tratamento ser público ou particular.

Do ponto de vista do mercado, Valderílio Feijó Azevedo, Conselheiro Científico da Biored Brasil aponta que todas as entidades, como a Sociedade de Reumatologia, apoiam fortemente a introdução de biossimilares no Brasil e recomenda um programa de educação continuada para os profissionais que atendem a rede pública e que isso seja proporcionado pelo Ministério da Saúde.

Fonte: Senado

Saiba mais: A Dinamarca instituiu um programa nacional para intercambialidade.

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